Apesar de os pesares tudo está tranquilo: no devaneio, na subida, na elevação, no declínio, assim, a estrela tem o brilho. O carinho é demostrado de diversas formas e a falta dele do mesmo modo. Quando a conversa é franca, os laços desabrochando, a música já não conduz tanta dissonância, as mãos já não abraçam como antes, tudo muda ao longo do tempo. Ninguém é igual, as nossas relações vão se transformando, umas são como o jardim, cada dia mais florido, outras como florestas cheias de obstáculos e nunca serão sanadas, porque haverá sempre matos que coçam, bichos selvagens, etc. Ouço em cada rosto sem um abrir de boca, será pretensão minha? Ou, simplesmente delírio de uma poetisa? Sendo assim, nem tudo fica tão explicito, por isso é essencial o verbalizar, a conversa derruba muros ou faz milhões deles depende de cada um, de quem queira conversar e de quem queira ouvir. Uma estrada tem tantos caminhos, mas existe o beco sem saída, no entanto, estou falando a respeito de caminho, o beco é pequeno e limitado, todavia, o caminho tem vários ângulos e várias dicotomias. A sinalização é clara em qualquer contexto, quando o sinal está verde é prossiga para os pedestres e pare para os veículos em vermelho, digo de todo modo o vermelho, o verde e o laranja sinaliza depende de como enxerga e de onde esteja. AUTORA, MARIA MATILDE
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