Superfície

A vida será que vale á pena viver na superfície ou se entregar e ser de verdade? Pergunta que deveríamos nos fazer diariamente, pelo menos, eu acho. Algum tempo vivi no superficial, no supérfluo. Não que hoje eu não viva.
Porém, vivo bem menos do que já vivi.
Então ser de verdade é uma luta constante. Porque nem todo mundo está, pronto para ser quem nasceu para ser.
Todavia como saber o que foi que viemos fazer aqui nesse cosmos doido? Isso é engraçado.
Pois, muitos imaginam o que veio fazer neste lugar e a verdade é que uma boa parte não sabe qual é o seu personagem no planeta. Entretanto, todos temos um e nem precisa ser mirabolante.(Só em tirar o papel o qual caiu ao chão já é uma obra, pois toda execução que seja feita com amor gera conexão.)
_ A vida nos traz o que estava perdido: perde o que já ganhou, nos mostra um lado oposto, diz que não temos direito ou quase nenhum, tira do conforto e ponhe no desconforto. Por isso o calçado de cada um é solitário nesse modo.
Embora os calçados se pareçam muito, pois, todos eles cobrem os pés…
A vida é cheia de sistemas aos quais vamos percorrendo. A ciência investiga, comprova, desaprova e não sabe o fim da linha.
Assim, a fé move, destrói muitas pesquisas, sendo que as conclusões ficaram sem nada a concluir.
Sendo assim, Deus fez o entender sem o compreender de muitas coisas na EXISTÊNCIA.
A fé com ação é o conjunto mais completo. Porque tira alguém de algum lugar e faz enxergar coisas.
Daí aprende que nem tudo cabe ao humano, somos meros. AUTORA, MARIA MATILDE.suicídio




