” Tenho várias caras. Uma é quase bonita, outra é quase feia. Sou um o quê? Um quase tudo.” Clarisse Lispector. Somos seres que atuamos diferentes em determinados contextos. Uma vez que no jantar em família ajo de uma forma, na igreja, na balada , na cama com o marido extremamente diferente. No trabalho tenho comportamento distinto que normalmente não usufruo em minha casa. Assim, sou eu em várias camadas, não sou a mesma para as mesmas pessoas, aliás, decido ser diferente. O que quero dizer, não tem nada a ver com falsidade, com transtorno de personalidades, nem com pessoas narcisistas, que usam de bom moço (a) em alguns locais e em outros são extremamente cruéis, falo a respeito de ética, de semancol, de postura, de ter a percepção do outro, por exemplo, nem todo mundo gosta de conversar sobre política, religião, futebol, ou até mesmo sobre a vida e a morte. logo, não irei dialogar muito, ou quase nada a respeito dos meus pensamentos acerca da vida etc…
somos únicos e muitos ao mesmo tempo. Sendo assim, o que prevalece igual é a capacidade de ser integro, com os seus posicionamentos, como, não aturar em nenhum lugar desonestidade, etc., ou seja, sendo eu a mesma, no entanto, diferente, reformulando a frase, a essência seja lá onde for é a mesma. Por isso, a persona muda, mas o conteúdo nunca. Autora, MARIA MATILDE
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