O SOM DO RELÓGIO

Olhos esbrugados: uns ao olhar os outros, parecia algo tão natural sobretudo dissimulado ao mesmo tempo. De repente mudaram-se os olhares, porque percebeu que era apenas idealização, do seu sistema operacional. Além disso, ela se viu descabelada e em meio a tempestade do seu raciocínio, foi perceber algo tão tosco, um cabelo. Daí idealizou tudo em sua mente. Pois, foi anos mais anos, idealizando o idealizado…
A ficha caí: o telefone fica mudo, o sinal fecha e abri, a chuva molha, o sol esquenta, a vela clareia, mas também se apaga, algumas coisas andam e outras param; escutem os sons dos relógios. AUTORA, MARIA MATILDE




