_Olá te conheço de algum lugar?_também tive essa mesma impressão, porém, penso que nunca nos vimos antes._Será?_qual é seu nome?_me chamo GIOVANA._Hum e eu, FREDERICO… Ficamos em silêncio por alguns instantes só nos observando;
até então um barulho estranho acabar com a nossa contemplação.
Foi um estrondo assustei-me!
Foi então que me segurou, e senti algo diferente em seu toque.
Será pensei?
Estávamos de frente, porém, não notei que a pessoa a qual estava falando comigo, faltava-lhe um braço.
Aquele momento era tão surreal, que nem se quer me importei, em enxergar seus braços, olhei seu rosto, seu queixo, seu sorriso e Contemplei toda sua face, seus traços pareciam-me familiar, contudo, tinha plena certeza que nunca tínhamos nos vistos.
_ Foi em um acidente, que perdi um dos meus membros olhou-me diferente ao sentir meu toque.
_percebe algo irregular, mas nada demais.
_quase todos me olham alterado quando ver, que me falta um membro às vezes me dói esses olhares. Às vezes me sinto um tanto desorientando por tantas pessoas olhar-me com pena e com desprezo
_sinto muito não quis causar-lhe isso só fiquei um pouco assustada talvez me expressei mal novamente desculpe-me, pois, o termo susto causou um tanto de desconforto até sua fisionomia mudar.
_sua voz por algum instante que ouvi já me traz alguma coisa a qual não sei explicar…
foi como se tudo ao nosso redor tivesse parado por algum espaço de tempo curto e determinante.
Parecia que naquele lugar só existiam nós dois
os nossos corações se entrelaçaram;
paramos de respirar essa era impressão.
Seus olhos pareciam duas esmeraldas verdes, seus cabelos eram ondulados, sua pele era macia senti seu toque suave.
Entreguei meu coração ali mesmo. Pensei, mas logo eu, que nunca acreditei em amor a primeira vista, trocamos telefone, nos encontramos, e nos casamos.
Será que vale a pena perde tempo procurando perfeição?
Será que o amor está em estética?
Existirá amor á primeira vista?
Ficará a julgar o outro só por causa de sua aparência?
e quando olhamos tanto alguém só pela pessoa ser” diferente”
achar-se-á que gostam desses olhares inerentes?
AUTORA, MARIA MATILDE.
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